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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Na Força Jovem, lá que tudo começou.



Estava lendo recentemente o blog de uma amiga minha e grande obreira de fé, Theani Inácio, e achei interessante algumas coisas que aconteceram com ela no decorrer dessa caminhada, e o que mais me chamou atenção foi a guerra que ela travou quando assumiu a responsabilidade de cuidar da Força Jovem, uma tarefa nada fácil. Também quero contar algumas experiências minhas nessa caminhada que já completa oito anos aí.
Primeiros passos – Comecei a frequentar à Igreja Universal ainda quando criança, mas quando completei meus 12 anos, e nessa idade já me convidavam para frequentar o Grupo Jovem (nome oficial na época) mas nunca atendia aos pedidos, pois nunca me imaginava em um grupo de jovens da Igreja, todos bem comunicativos, ativos na Igreja, sempre alegres e tudo isso me deixava tímido, na verdade o que eu tinha era muitos complexos de inferioridade, lembro-me até do nome do jovem que eu sempre era convidado, às vezes até mudava de direção por onde eu estava andando pra ele não me abordar, mas as insistências do Luan foram muito importantes para mim. Quando fui na primeira reunião do Grupo Jovem, um amigo meu, Eduardo, me convidou, mas não gostei de ter ido, era um domingo à tarde e um obreiro cuidava do grupo, naquele dia tinha exatamente 20 jovens naquela tarde, dez de cada equipe, e bem naquele dia o obreiro fez uma daquelas reuniões de exortações, faltava mais seriedade, mais trabalho e mais temor, quando acabou disse pra mim mesmo “Nunca mais venho pro Grupo Jovem, ganhava mais se estivesse evangelizando pro núcleo”.
Mas como vocês sabem, eu voltei, só que dessa vez não fui contrariado, um jovem chamado Eduardo já frequentava, só que aquele dia foi decisivo, não teve reunião do Grupo Jovem, estavam organizando os preparativos para o teatro do dia das mães, estava sentado só prestando atenção no que acontecia, e a responsável do teatro me convidou pra substituir o papel de um rapaz que não queria mais, na verdade ela me passou o cajado e mexeu com o meu brio dizendo “Olha é responsabilidade hein, o seu personagem é o seu cordeiro, e o dia da apresentação você vai subir o altar apresentando esse cordeiro em que estado? dê o seu melhor, Jesus conta com você!” Cordeiro? Sacrifício? foram as palavras mais impactantes que me fizeram assumir a responsabilidade, a partir daquele dia, comecei a dar a minha vida em tudo que me davam para cuidar
Continua…
Na fé.
Pr. Gustavo

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